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Há cerca de três anos, tentei investir em uma empresa de turismo, que trabalhava sob o sistema de marketing multinível. Para tal, a proposta era revender produtos relacionados, bem como seguros de autos, saúde, entre outros.

 

Naquele momento, criei uma fan page no Facebook, que usei como primeiro laboratório. Nela, eu tentei vender o turismo de forma mais despojada, natural e acessível a todos.  Publicava matéria sobre praias, destinos exóticos, destinos de férias, dicas sobre turismo barato e por aí vai. No entanto, confesso que era tudo feito de forma extremamente amadora, por que além de não ser profissional da área de tecnologia da informação ou do turismo, não queria gastar dinheiro com isso. O máximo que gastei foi com anúncios pagos no próprio Facebook. Então, era mais um entretenimento que poderia virar coisa séria do que um negócio propriamente dito.

 

Até que obtive certo sucesso, se considerar que minha página alcançou em pouco tempo perto de 2500 seguidores. Apesar disso, com o tempo fui perdendo a empolgação, a empresa foi me trazendo certos problemas e, por fim, saí totalmente do negócio.

 

Já em 2013, após vir morar na Irlanda, crie um Blog, que cheguei a divulgar em sua fase inicial, mas que também não levei adiante, pois além da falta de tempo para atualizá-lo, ainda não era exatamente o que eu queria fazer. O programa que eu usava era limitado, não me permitindo inserir widgets, mapas interativos e tradutores, entre outros.

 

Ainda sim, desejava ter algum tipo de registro das coisas que tinha vivido e estou vivendo, pois infelizmente estou esquecendo muitos detalhes das viagens passadas e que eu gostaria de alguma forma ter registrado.

Entretanto, para ter um site, precisaria ter uma marca, um nome que seria minha identidade. Mas qual? Não queria algo em português por causa do objetivo de expansão também ao público que não fala a língua. Após algumas tentativas frustradas e da falta de idéias, eis que meu querido professor e artista John Kavanagh me chamou de Mr. Globetrotter e imediatamente veio aquele estalo na cabeça.

 

É isso que tenho sido e quero ser, um globetrotter. Mas sou brasileiro e, apesar de não ser patriota, quero carregar essa bandeira. Assim, surgiu o Brazilian Globetrotter, que nada mais é que um brasileiro que viaja pelo mundo.

 

Satisfeito com a escolha do nome, decidi pagar por um domínio, hospedagem, colocar a cara a tapa e criar este website, ainda assim com pouco gasto, visto que ainda sou amador e eu mesmo que estou fazendo o trabalho de web design e redação.

 

O resultado dessa aventura, vocês podem conferir com os próprios olhos.

 

Espero que gostem e se divirtam!

 

Rafa

 

Atualização em Maio de 2017

Em novembro de 2015 eu parei de escrever no blog, pois estava um pouco atarefado com a enfermagem e um tanto instatisfeito com o caminho do blog. Comecei a acompanhar muitos blogs mundo afora e adentrei também no mundo dos vlogs. O nome Brazilian Globetrotter já não era mais uma marca que me atraía, especialmente por ser um nome em inglês e eu escrever em português. 

Bom, quase dois anos depois, motivado por uma amiga, comecei a remodelar o blog. A primeira grande mudança foi usar o meu nome como marca. Rafa Souza, esse sou eu. Optei pelo simples.  

Em algum momento, vou mudar todo o layout também, mas meu maior foco no momento é escrever sobre algumas coisas específicas que julho importantes e explorar mais o universo dos vídeos para ou Youtube.

 

Por ora é só =)   

Abraços 

Rafa

Rafa Souza

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